Luisa Stefani e Dabrowski vão à final do WTA 1000 de Wuhan e podem liderar o ano
Dupla vence a semi por 6/2 e 6/1, chega a 11 vitórias seguidas e decide o título neste domingo, às 5h de Brasília.

Luisa Stefani e a parceira Gabriela Dabrowski, do Canadá, vão disputar o título do WTA 1000 de Wuhan, na China. Na madrugada deste sábado (17), a brasileira e a canadense superaram a americana Nicole Melichar-Martinez e a espanhola Cristina Bucsa por 6/2 e 6/1, o que lhes rendeu a sétima final do ano. O jogo decisivo é neste domingo (18), às 5h, no horário de Brasília.
A vitória foi a 11ª seguida da parceria. Luisa e Dabrowski chegam a Wuhan depois de conquistar, no domingo passado, o título do torneio de Pequim.
Como foi a semifinal
Luisa e Dabrowski quebraram o saque rival já no segundo game do primeiro set, mas viram as adversárias recuperarem o prejuízo e empatarem. Em seguida, a parceria engatou quatro games seguidos e fechou a parcial em 6/2. Na segunda, a dupla venceu três vezes o serviço de Melichar-Martinez e Bucsa e terminou fácil, com 6/1.
Quem é a rival na final
Do outro lado da rede estarão a tcheca Katerina Siniakova, líder do ranking mundial de duplas, e a australiana Storm Hunter. Elas avançaram depois de um jogo duro contra as italianas Sara Errani e Jasmine Paolini: perderam o primeiro set por 7/5, ganharam o segundo por 7/5 e fecharam no desempate, por 12/10.
No ranking da temporada, o topo é de Siniakova e da americana Taylor Townsend. Como Townsend está machucada, a tcheca joga com outra parceira, e os pontos ganhos em Wuhan não entram na conta da dupla habitual.
O que está em jogo para Luisa
Luisa tem 18 títulos no circuito da WTA e jogará a 30ª final da carreira. No ranking individual de duplas, é a número 3. Se vencer em Wuhan, a parceria com Dabrowski passa a ocupar o primeiro lugar do ranking do ano, no qual hoje aparece em segundo.
As duas já levantaram troféus em 2026 em cinco cidades: Pequim (no último domingo), São Paulo, Eastbourne, Estrasburgo e Dubai. Em Wimbledon, perderam a final. Nos demais Grand Slams do ano (Australian Open, Roland Garros e US Open), pararam nas semifinais.
Resumo da campanha
A sétima final do ano coroa uma campanha em que a dupla já passou por Neel e Olmos em Wuhan e que soma cinco títulos e um vice-campeonato em decisões anteriores de 2026, além das semifinais nos Slams. A sequência atual de 11 vitórias seguidas mostra o bom momento da parceria às vésperas da decisão.
Quem quiser acompanhar a final precisa acordar cedo no domingo: o jogo começa às 5h no horário de Brasília. Em caso de título, Luisa e Dabrowski assumem o topo do ranking do ano.
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